24/10/2011 - Processo de ultrafiltração apresenta vantagens pelo custo e qualidade

24/10/2011


Qualidade da água tratada é apontada como superior à obtida por processos convencionais

Dentro dos processos de separação por membranas, a ultrafiltração tem se tornado, nos últimos anos, uma tecnologia cada vez mais atrativa como possível alternativa ao tratamento convencional de água para consumo humano. Apesar das membranas de ultrafiltração terem um “cut-off” molecular maior relativamente a outros processos de separação por membranas – como a osmose inversa, por exemplo – e, desta forma, menos eficientes na remoção de moléculas dissolvidas de pequenas dimensões, a ultrafiltração é efetiva na remoção de partículas e de macro moléculas.
Segundo o diretor da Siemens, Roberto dos Santos, as águas doces superficiais destinadas ao consumo humano devem estar sujeitas a tratamento que, segundo a Portaria nº 518, de 25 de março de 2004, varia consoante a qualidade da água na origem. “Esta portaria estipula normas de qualidade e esquemas tipo de tratamento, de forma a tornar as águas aptas para consumo humano. Assim, os esquemas de tratamento possíveis variam de caso para caso, sendo necessário, para isso, o conhecimento das características da água e o uso a que se destinam”, explica.
De uma forma geral, a ultrafiltração pode ser definida como o processo de separação de sólidos em suspensão, coloides, bactérias e vírus. Este processo usa membranas cujo tamanho dos poros varia entre 1-100 nm. Existem basicamente quatro tipos de membranas: os de módulo em espiral, o de módulo estruturado, membranas tubulares e fibras ocas.
De acordo com Santos, entre as vantagens oferecidas pela filtração por membranas em comparação com o tratamento convencional estão a qualidade superior da água tratada, através da remoção de macromoléculas, bactérias e vírus, designadamente de micro-organismos resistentes aos tratamentos químicos como cloro e ozônio (e.g. Giardia, Cryptosporidium); por tratar-se de um sistema mais compacto e modular é, portanto, facilmente adaptável às variações de qualidade e quantidade de água a tratar; oferece fácil controle operacional e de manutenção; menor utilização de químicos, nomeadamente de alumínio (coagulante) e poliacrilamida (floculante) que poderiam originar efeitos colaterais; além de menor produção de passivo ambiental.
(Fonte: revistatae.com.br)






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